quarta-feira, 30 de maio de 2012

Medicamentos: Procon-SP constata diferença de 2.766%

Foto: SXC
Pesquisa realizada pelo Procon-SP,  em farmácias e drogarias da capital e do interior, apontou diferença de 2.766% nos preços de medicamentos. Em um estabelecimento da cidade de  São Paulo, o medicamento genérico Diclofenaco Sódico (50 mg, 20 comprimidos) foi encontrado por R$ 0,90, enquanto em outra farmácia, o Voltaren, forma de referência do mesmo item, foi encontrado por R$ 24,90. Diferença de 2.766% entre os preços.

No interior paulista, a maior variação de preços entre medicamentos genéricos e de referência apontada por pesquisas realizadas pelo Procon-SP em 11 cidades do interior paulista, foi de 60,23%, registrada em São José dos Campos e a menor em Jundiaí, com 46,42% em média dentre as farmácias e drogarias pesquisadas.

Veja mais sobre o levantamento no site do Procon-SP.

Orientações ao consumidor

- Evite comprar ou adquirir medicamentos sem bula e sem embalagem (caixa);


- Antes de comprar o medicamento verifique o prazo de validade;

- Verifique se o número do lote, prazo de validade e data de fabricação constantes na caixa do medicamento são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos;


- Guarde sempre o medicamento em local seco, arejado e fora do alcance de crianças;


- Tenha cuidado especial com remédios de formato ou aroma atrativo às crianças (formato de bichinhos, cheiro ou gosto de chiclete ou bala etc.);


- Todo medicamento deve possuir o número de registro no Ministério da Saúde;


- A Anvisa determina que a venda de antibióticos deve ser feita com a apresentação de receita médica em duas vias, com validade de dez dias, a partir da sua emissão, conforme Resolução da Diretoria Colegiada – RDC nº 20, de 05 de maio de 2011;


- A ação "Saúde Não Tem Preço", lançada no início deste ano, tem como objetivo disponibilizar gratuitamente medicamentos indicados para o tratamento de hipertensão e diabetes nas redes de farmácias e drogarias credenciadas no Programa “Aqui tem Farmácia Popular”. Veja informações no site www.saudenaotempreco.com;


- As drogarias e farmácias devem etiquetar o medicamento com o preço de venda ao consumidor, não podendo ultrapassar o PMC (Preço Máximo ao Consumidor) calculado de acordo com o disposto nas Resoluções nº 1, de 28/02/2011 e de nº 4 de 09/03/2011, da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), em 31/03 as empresas produtoras de medicamentos foram autorizadas a reajustar os preços dos medicamentos.