sexta-feira, 30 de maio de 2014

Exposição sobre a Copa e outras dicas culturais

Da Equipe do Blog

Exposição "Brasil 20 Copas" no Museu do Futebol


A nova exposição do Museu do Futebol – instituição da Secretaria de Estado da Cultura, localizado no Estádio do Pacaembu – tem como princípio contar a história das 20 Copas do Mundo como nós gostaríamos que elas tivessem terminado: com o Brasil campeão de todas. 

Até 07 de setembro de 2014, o público poderá conferir um filme de 12 minutos no qual é recontada a trajetória brasileira em todas as Copas. Para isso, foram entrevistados jornalistas, escritores e jogadores, como Gérson (1966 e 1970), Edu (1970), Alemão (1986 e 1990) e Pepe (1958). O filme “Brasil, Eternamente Campeão”, dirigido pelo cineasta Henrique Goldman e com roteiro do escritor José Roberto Torero, brinca com nosso imaginário de ser o melhor do mundo em mundiais.

Há também uma irreverente cronologia com objetos que simbolizam as vitórias brasileiras, como a camisa azul de 1958 que pertenceu a Didi, a réplica da Taça Jules Rimet – a única réplica que foi feita diretamente da original, roubada e derretida em 1983 – e as bolas das finais de 1958 e 1962. As relíquias pertencem à Federação Paulista de Futebol.

E, como em futebol todo mundo tem opinião, o visitante poderá dar seu próprio depoimento sobre uma experiência vivida durante a Copa e responder porque o Brasil é o maior campeão de todas as Copas, no maior estilo Vox Populi. Engraçada, triste ou emocionante, a história terá um link direto para o canal “Brasil 20 Copas”, especialmente criado no Youtube para essa exposição.

O Museu do Futebol fica na Praça Charles Miller, s/nº – Pacaembu –São Paulo. Telefone: (11) 3664-3848.


Oficina com brinquedos quebrados na Casa das Rosas



Que tal reutilizar e criar um novo jeito de brincar a partir da transformação de um brinquedo quebrado?

Com bonecos quebrados, papel colorido, sucata, tinta, recortes e muita criatividade iremos construir personagens que saem do papel e ganham forma. 

O intuito é inventar uma história e montar o personagem principal de acordo com a imaginação de cada um. E aí, quem topa criar com a gente? 

Com Victor Faria, poeta e escritor de livros para crianças. Produz seus livros artesanalmente pela Fariaria, aplicando novos conceitos de literatura.


"Seresta na Praça" em Campinas


Foto: Prefeitura de Campinas
O som das violas vai tomar a Praça Carlos Gomes no próximo Seresta na Praça, com Paulo Freire Trio e a Orquestra Filarmônica de Violas, nesta sexta-feira, 30 de maio, a partir das 20h, na Praça Carlos Gomes, no Centro. A apresentação é gratuita e ao ar livre.

Os instrumentos usados por Paulo Freire (foto) são a tradicional viola caipira - de dez cordas - e a viola de cocho - uma viola rústica encontrada apenas no pantanal mato-grossense. Adriano Busko, na percussão, e Tuco Freire, no contrabaixo, juntam-se ao violeiro para formar o Trio. Situações da vida brasileira são mostradas em suas apresentações, como a saga de Antônio Conselheiro e a poesia de João Pacífico, a história do homem que virou passarinho, canções de Alvarenga e Ranchinho, além de divertidos cocos de viola – músicas que o público é convidado a participar.

Foto: Prefeitura de Campinas
A Orquestra Filarmônica de Violas (foto), com sede em Campinas, entra em seu décimo ano de atividades como um dos mais importantes grupos do gênero no País. Ela é reconhecida pelo alto nível de sofisticação e inovação nos arranjos. Composta por violeiros do mais alto nível, a Orquestra apresenta arranjos concebidos para tirar o máximo de versatilidade do instrumento, com sinfonias que emocionam pela delicadeza e beleza que já se tornaram a marca do trabalho do grupo.


Feiras de Artesanato em Bauru


Neste final de semana serão realizadas duas edições da Feira de Artes e Artesanato Ubá, promovida Secretaria Municipal de Cultura.

No sábado, 31/05, o distrito de Tibiriçá recebe a Feira das 14h às18h. No domingo, 01/06, das 9h às 17h, os artesãos estarão no Parque Vitória Régia, na programação da Virada Cultural 2014. 

Foto: Facebook/UBAArtesanato
A Feira Ubá é composta por 40 artesãos que expõem e comercializam várias opções de artesanatos tais como trançados, pintura em tecido e madeira, decupagem, pátina, entalhe em madeira, pedrarias em bijuterias, chinelos e outros, bolsas, patchwork, joias em papel, peças em bambu e também roupinhas para cães. 

O público também encontra barracas de venda de tapioca, pastel, mandioca frita tipo chips, doces caseiros e bolachas artesanais. 

Em Tibiriçá, no sábado, a Ubá contará também com apresentação dos alunos da Divisão de Ensino às Artes da Secretaria Municipal de Cultura, das 14h às 16h, que realizarão cortejo de rua com atividades de circo como perna de pau, máscaras e música.

Fonte: Prefeitura de Bauru

Cururu é atração musical no Museu Histórico de Sorocaba



Foto: ALESP
A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), promove neste domingo (dia 1), a partir das 10h, uma apresentação de cururu no Museu Histórico Sorocabano (foto).

O evento integra a agenda das comemorações da 47ª Semana do Tropeiro e vai mostrar ao público todo entusiasmo e alegria que marca o ritmo, com falas improvisadas e a torcida dos espectadores que elege o violeiro vencedor por meio de palmas.

Autêntica música paulista, o cururu é a expressão mais típica do interior paulista do médio Tietê. Canto surgido provavelmente no período colonial, junto com os jesuítas, o cururu evoluiu para o desafio cantado em rimas ou carreira, como são chamadas as terminações dos versos: carreira de São João, terminada em ão; carreira de São Vicente, terminada em ente; e assim por diante. 

Nas festas e comemorações, os cantadores de cururu combinam entre si com quem vão fazer parceria de desafio, revezando-se entre eles. O tema pode ser sugerido pela assistência ou surgir no decorrer da cantoria. Vence aquele que desenvolveu melhor o que foi sugerido e conseguiu empolgar o público. 

Segundo o pesquisador sorocabano, Carlos Carvalho Cavalheiro, o cururu é geralmente acompanhado pelos seguintes instrumentos musicais: viola, violão, pandeiro e reco-reco. O primeiro cantador, aquele que puxa a cantoria, é chamado de pedestre. É ele quem determina qual a carreira que os cantadores devem seguir. Se o pedestre iniciar sua cantoria na carreira do Sagrado (rimas em ado) todos os outros devem realizar suas cantorias na mesma carreira. Ao contrário dos outros estilos de desafio cantado, o cantador de cururu desenvolve sua cantoria completa numa só rima. Isso exige um esforço mental gigantesco. Além disso, cada cantador produz seus versos provocativos num tempo de espaço considerado longo (cerca de 15 a 20 minutos em média) para tão somente depois o outro cantador adversário poder respondê-lo. 

A apresentação é gratuita e aberta a todos os interessados. O Museu Histórico Sorocabano fica Rua Teodoro Kaisel, s/nº, Vila Hortência - dentro do Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros.