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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Cuidados na hora de comprar água mineral

As temperaturas mais elevadas durante o verão fazem com que as pessoas ingiram mais líquidos, e o mais recomendados por especialistas em saúde é a água. Veja alguns cuidados na hora da compra:

Ao adquirir água mineral é necessário prestar atenção ao local onde as embalagens estão armazenadas. Recuse produtos que estiverem próximos a lugares aquecidos como: chapas, fornos elétricos, ou expostas ao sol, pois o calor propicia o crescimento de algas que modificam a coloração da água tornando o produto impróprio para o consumo.

Embalagens que estiverem perto de produtos que exalam cheiro forte, também não devem ser aceitas pelo consumidor, pois o plástico absorve odores que podem contaminar a água. Certifique-se de que o lacre não esteja rompido ou mesmo ausente.

A compra de água de ambulantes em semáforos, ruas, parques e pedágios deve ser evitada, pois além de estar sob os raios solares, nem todas as embalagens possuem rótulo ou  lacre.

No rótulo devem constar informações claras, precisas e em língua portuguesa, sobre: a quantidade; composição; data de fabricação e validade; origem e identificação do fabricante ou importador. A embalagem deve trazer ainda dados do distribuidor, assim como identificação da fonte, número de registro no Ministério da Saúde e data de envasamento.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Orientações para a compra de protetor solar

Verão é tempo de muito sol, praia e piscina. Mas é bom ficar atento, pois a exposição excessiva aos raios solares é prejudicial à saúde da pele. Por isso, hoje vamos falar sobre os cuidados na compra de protetor solar.

A pele contém um pigmento natural denominado melanina. Quando exposto ao sol, o organismo reage produzindo esse pigmento, e, assim, reduzindo a penetração dos raios solares. Cada tipo de pele corresponde um nível de melanina. Os filtros solares contidos nos bronzeadores e protetores agem sobre a pele filtrando os raios do sol de forma similar à melanina, daí a importância de usá-los.

A embalagem deve conter informações do fabricante e/ou importador; composição; data de validade; contra-indicação; nível de proteção; tipo de pele; instruções de uso; período de exposição ao sol; resistência à água e número de registro no Ministério da Saúde. Os produtos importados devem trazer estas informações em português, com linguagem clara e precisa.

Quando se tratar de crianças, fique atento, pois já existe no mercado uma linha específica para elas.
Produtos de fabricação caseira devem ser evitados por não obedecerem aos critérios técnicos exigidos e nem aos padrões adequados de qualidade.

Dicas


- Escolha o produto com FPS (Fator de Proteção Solar) adequado ao seu tipo de pele*;

- Pessoas com pele oleosa devem dar preferência a filtros em gel e sem óleo;


- Para peles secas as loções cremosas e os cremes são mais indicados, enquanto os sprays são ideais para esportistas;



- Passe o protetor solar abundantemente por todo o corpo 30 (trinta) minutos antes da exposição solar. Reaplique: a cada hora, se nadar, se usar tolha ou transpirar excessivamente;


- Use o protetor mesmo embaixo do guarda-sol ou em dias nublados;


- Ao menor sinal de manchas, bolhas, queimaduras ou alergias, procure auxílio médico.


*Notas do Blog:

- Pessoas com pele mais claras requerem um fator de proteção solar mais elevado, enquanto pessoas de pele morena ou negra podem optar por FPS menores, porém sempre acima de 15. No Verão, como a exposição aos raios UVA e UVB são maiores, o FPS do seu protetor também deve ser maior;

- os raios UVA penetram profundamente na pele, sendo os principais responsáveis pelo fotoenvelhecimento (envelhecimento da pele por exposição solar excessiva que deixa a pele mancha, seca e áspera);

- a radiação UVB penetra até a epiderme sendo a causadora de queimaduras solares e, em longo prazo, do câncer da pele);

- evite a exposição ao sol entre 10 e 16 horas, quando a intensidade dos raios é maior.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Vai comer fora de casa? Fique atento ao risco de intoxicação alimentar

Do Portal do Consumidor

Alimentos fora da validade, latinhas de refrigerantes armazenadas em locais inapropriados, falta de higiene no manuseio de alimentos… Esses e outros aspectos servem de alerta para o consumidor que pretende comer em bares, lanchonetes ou restaurantes e não quer correr o risco de adoecer com intoxicação causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados.
De acordo com o Ministério da Saúde, as intoxicações alimentares ocorrem quando uma pessoa ingere alimentos com substâncias tóxicas, incluindo as toxinas produzidas por microrganismos, como bactérias e fungos.
Para que você possa tomar medidas que preservem a sua saúde e segurança, listamos alguns cuidados para evitar o risco de intoxicação alimentar ao comer fora de casa.
Condições de higiene do estabelecimento:
Observe todos os detalhes do ambiente com o intuito de reunir elementos que indiquem se o estabelecimento possui boas condições de limpeza. Uma visita à cozinha, ao banheiro e as condições de higiene dos uniformes dos funcionários podem oferecer bons indícios se o local é seguro.
Se possível, faça uma busca na internet para saber mais sobre a opinião de outros consumidores que já frequentaram e avaliaram o local. Caso o estabelecimento não transmita confiança e não esteja de acordo com as Boas Práticas para Serviços de Alimentação, escolha outro.
Para facilitar essa rápida “inspeção” listamos alguns requisitos que não podem ser esquecidos:
  • Confira se o estabelecimento está limpo e organizado;
  • Analise o estado do pano que está sendo usado pelo garçom para limpar a mesa;
  • Veja se o banheiro está limpo e sem lixo acumulado;
  • Observe se os atendentes que manipulam alimentos estão usando touca e se o uniforme está limpo e conservado.
Vale ressaltar, que em muitas cidades, a legislação dá ao consumidor o direito de conhecer a cozinha dos estabelecimentos e verificar suas condições de higiene e limpeza.
Que alimentos devem ser evitados em bares e restaurantes?
Comidas em buffet, se não estiverem quentes ou refrigeradas oferecem mais riscos de contaminação. Segundo a Anvisa, os alimentos quentes devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas para boa conservação.
Principalmente em dias mais quentes, evite pedir pratos que contenham ovos, carnes mal passadas, crustáceos, maionese e molhos que possam estragar com certa facilidade. Se as temperaturas adequadas não forem respeitadas, os alimentos terão altas chances de ser alvo da proliferação de bactérias, tornando-os impróprios para o consumo.
Alguns cuidados pessoais para prevenir a intoxicação alimentar
  • Lave as mãos, principalmente antes de consumir algum alimento. Alguns microrganismos vivem por algumas horas em superfícies como mesas de restaurantes, de cafeterias e maçanetas de portas. Evite também tocar os olhos, boca e nariz após contato com essas superfícies.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e copos;
  • Beba muito líquido e prefira alimentos nutritivos;
  • Tenha cuidado com as latas de bebida. Toda vez que pedir, pergunte se a lata foi lavada. Se possível, use canudo;
  • Ao consumir gelo em bares e restaurantes, verifique se o mesmo apresenta-se como um cilindro ou cubo com uma abertura central, pois é um indício de que aquele produto foi produzido de forma industrial, seguindo normas de segurança.
Irregularidades? Denuncie!
Caso identifique alguma irregularidade, encaminhe uma denúncia à Vigilância Sanitária e/ou ao Procon mais próximo.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Dica de Leitura: Alimentos Regionais Brasileiros

Lançado pelo Ministério da Saúde, a nova edição do livro “Alimentos Regionais Brasileiros” traz as comidas típicas de cada região, receitas culinárias e dicas que estimulam hábitos alimentares saudáveis. Nele são apresentados frutas, hortaliças, leguminosas, tubérculos, raízes e cereais, farinhas e preparações, ervas, condimentos e temperos. 

A publicação também destaca a importância sociocultural do resgate do consumo destes alimentos, mostrando sua relação com nossos saberes e práticas tradicionais. Esta obra complementa o “Guia alimentação da população brasileira”, também editado pelo Ministério da Saúde.

    Ambos reforçam a importância da alimentação balanceada, com menos gordura, sal e açúcar, e que privilegiem a produção social e ambientalmente sustentável.

    Em 2015, a Consumers International escolheu a alimentação saudável como tema para o Dia Mundial do Consumidor. A campanha, que buscou apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), também propôs a redução do marketing de "junk food" para crianças, além do fornecimento da rotulagem nutricional clara para ajudar os consumidores a escolherem uma dieta saudável. Saiba mais aqui.