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segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Cinco dicas para acertar na escolha da academia

Do Portal do Consumidor


Antes de fechar contrato com uma academia, confira algumas dicas para evitar problemas:

1- Pesquise preços e condições do local

O ideal é fazer uma pesquisa de preço, visitando as academias para saber se há possibilidade de negociação no valor da mensalidade ou horários promocionais e para avaliar as condições dos equipamentos, da limpeza do local, dos vestiários e banheiros, bem como a ventilação de todos os espaços.

Conhecer previamente o estabelecimento, no horário que pretende frequentar, pode ser uma boa opção para ver se o fluxo de pessoas é compatível com a infraestrutura oferecida pela academia. Verifique também a qualificação profissional dos instrutores. Converse com eles para saber se a atividade escolhida atende suas expectativas

Se informe se o lugar oferece uma aula teste, pois pode ser uma boa opção para fazer essa avaliação. Assim, você poderá contratar o serviço com mais tranquilidade.

2- Opte por lugares próximos

A escolha de uma academia mais próxima de sua casa ou local de trabalho ajuda a não ser vencido pela preguiça, que, em muitos casos, pode resultar em sucessivas faltas.

3- Consulte as formas de pagamento

Pergunte sobre as formas de pagamento possíveis, o valor das parcelas, a taxa de inscrição ou matrícula, quais os encargos no caso de atraso do pagamento e se haverá outros custos como taxa de exame médico e avaliação física. Algumas academias oferecem descontos em planos trimestrais, semestrais e anuais. Entretanto, é preciso oferecer também a opção de contratação mensal ainda que com um valor mais alto dos estabelecidos nos pacotes.

4- Compare descontos entre os pacotes

Não se influencie por descontos oferecidos em planos que fujam de suas necessidades, mesmo que apresentem valores bastante tentadores. Saiba dizer não e opte por um que se adéque aos seus horários e objetivos.

5- Assinatura do contrato e cancelamento do serviço

Leia atentamente o contrato e esclareça suas dúvidas. Só assine depois de ter clareza do que está contratando. Para maior segurança, solicite que seja celebrado um contrato discriminando: dados pessoais dos envolvidos, preços, forma de pagamento, reajustes, horários, reposição de aulas, data de início e término e em que situação as partes poderão rescindir o acordo. Não deixe de obter informações sobre em quais condições o contrato pode ser suspenso, no caso de doença, férias etc..

Vale lembrar que, de acordo como  o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor, as empresas não podem estabelecer obrigações abusivas, que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. Em caso de cancelamento do contrato pelo o aluno, as cláusulas contratuais devem ser respeitadas. O prestador de serviços pode reter parte do valor pago, mas multas abusivas são proibidas.

Se enfrentar algum  problema,  procure o apoio do Procon mais próximo.

Fontes: Procon- SP, Procon-MT e Jusbrasil

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Dicas ao consumidor a respeito do uso de escovas dentais

No Dia Mundial do Dentista, 3 de outubro, trazemos algumas dicas para o uso adequado da escova de dentes:

- Escovas dentais devem ser sempre indicadas por um dentista. O profissional de saúde deverá orientar, também, quanto à melhor forma de higienização do produto;

- A escova deve ser substituída, no mínimo, a cada três meses ou quando o usuário perceber que as cerdas começar a ficar desgastada. Além disso, recomenda-se a troca da escova após uma gripe ou resfriado para diminuir o risco de nova infecção por meio dos germes que aderem às cerdas;

- Com relação à flexibilidade do cabo da escova, o formato da cabeça da escova (retangular, cônica, hexagonal, etc.) e à forma das cerdas (com pontas planas, arredondadas, em diferentes níveis, etc.), a opção deve ser pelo que for mais confortável. O importante mesmo é usar uma escova que se ajuste bem à boca e alcance todos os dentes;

- Recomenda-se, ainda, pelo menos três escovações diárias, sendo a mais importante e que merece maior atenção, a da noite, antes de dormir, com a utilização de fio dental e posterior escovação mais cuidadosa;

- Uma escovação adequada deve durar, no mínimo, dois minutos. Escove os dentes com movimentos suaves e curtos, com especial atenção para a margem gengival, para os dentes posteriores, difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas.

Para uma higiene bucal eficaz, a limpeza de cada parte da boca deve ser realizada da seguinte maneira:

- Escove as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores;

- Escove as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores;

- Em seguida, escove as superfícies de mastigação;

- Para evitar o mau hálito (halitose) também é importante que a língua seja escovada, pois nela alojam-se muitas das bactérias da cavidade bucal.

Fonte: Portal do Consumidor

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Cuidados com o Meio Ambiente

No Dia Mundial do Meio Ambiente dedicamos um post sobre os cuidados que devemos ter em nosso dia a dia para preservá-lo. As dicas são do Portal do Consumidor:

Viver em um lugar seguro significa cuidar também de nossa casa maior, nosso próprio planeta. Afinal, nossos filhos e netos precisam de um lugar seguro e preservado para morar. Muito do que fazemos em casa coloca em risco o meio ambiente e isso se reflete na própria saúde da família e dos vizinhos.

Atitudes simples que podemos tomar dentro de casa ajudam a preservar o meio ambiente, além de impactarem positivamente na saúde de nossa família e da comunidade em que moramos. Somada a isso, há também a economia que estas atitudes geram: menor consumo de energia e água, além da diminuição da conta do supermercado e com medicamentos.

A segurança de sua casa começa por sua atitude como cidadão. Um simples papel jogado no chão de sua cidade ajuda a entupir bueiros e galerias. Assim, quando há uma chuva mais forte, as enchentes são inevitáveis e os estragos maiores para nós mesmos.

Em casa, mais da metade do lixo que produzimos é reciclável. Separar metais, plásticos e papéis é uma atitude consciente de quem se preocupa com o mundo em que vive. Informe-se sobre a coleta seletiva na sua região e, se ela não existe, entre em contato com a prefeitura de sua cidade para informá-los sobre essa necessidade. Contate cooperativas de catadores e combine um dia para que façam o recolhimento de seu lixo reciclável. Além de proteger o meio ambiente você estará ajudando diversas famílias a obter sua renda de forma sustentável e digna.

Escolha os eletrodomésticos mais eficientes. Compare usando as informações da etiqueta do Inmetro presentes nos eletrodomésticos. Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas eletrônicas certificadas. Elas são mais eficientes e têm durabilidade muito maior.

Não lave calçadas ou o automóvel usando a mangueira. Encha um balde e realize a tarefa com a certeza de que está fazendo sua parte na economia de água do planeta. Economize água também na hora de lavar roupas, basta concentrar a roupa suja para usar a máquina de lavar menos vezes.

Não jogue lixo em terrenos baldios, lixões ou rios e valões. Só coloque o lixo fora de casa nos dias programados para a coleta. Não derrube árvores ou desmate sem consentimento das autoridades para plantar ou construir, especialmente em encostas e áreas que possam apresentar risco de deslizamento. Caso você more em uma dessas áreas de risco, obedeça aos alertas de chuvas fortes, buscando sempre um lugar seguro.

Fonte: Portal do Consumidor

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Vai comer fora de casa? Fique atento ao risco de intoxicação alimentar

Do Portal do Consumidor

Alimentos fora da validade, latinhas de refrigerantes armazenadas em locais inapropriados, falta de higiene no manuseio de alimentos… Esses e outros aspectos servem de alerta para o consumidor que pretende comer em bares, lanchonetes ou restaurantes e não quer correr o risco de adoecer com intoxicação causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados.
De acordo com o Ministério da Saúde, as intoxicações alimentares ocorrem quando uma pessoa ingere alimentos com substâncias tóxicas, incluindo as toxinas produzidas por microrganismos, como bactérias e fungos.
Para que você possa tomar medidas que preservem a sua saúde e segurança, listamos alguns cuidados para evitar o risco de intoxicação alimentar ao comer fora de casa.
Condições de higiene do estabelecimento:
Observe todos os detalhes do ambiente com o intuito de reunir elementos que indiquem se o estabelecimento possui boas condições de limpeza. Uma visita à cozinha, ao banheiro e as condições de higiene dos uniformes dos funcionários podem oferecer bons indícios se o local é seguro.
Se possível, faça uma busca na internet para saber mais sobre a opinião de outros consumidores que já frequentaram e avaliaram o local. Caso o estabelecimento não transmita confiança e não esteja de acordo com as Boas Práticas para Serviços de Alimentação, escolha outro.
Para facilitar essa rápida “inspeção” listamos alguns requisitos que não podem ser esquecidos:
  • Confira se o estabelecimento está limpo e organizado;
  • Analise o estado do pano que está sendo usado pelo garçom para limpar a mesa;
  • Veja se o banheiro está limpo e sem lixo acumulado;
  • Observe se os atendentes que manipulam alimentos estão usando touca e se o uniforme está limpo e conservado.
Vale ressaltar, que em muitas cidades, a legislação dá ao consumidor o direito de conhecer a cozinha dos estabelecimentos e verificar suas condições de higiene e limpeza.
Que alimentos devem ser evitados em bares e restaurantes?
Comidas em buffet, se não estiverem quentes ou refrigeradas oferecem mais riscos de contaminação. Segundo a Anvisa, os alimentos quentes devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas para boa conservação.
Principalmente em dias mais quentes, evite pedir pratos que contenham ovos, carnes mal passadas, crustáceos, maionese e molhos que possam estragar com certa facilidade. Se as temperaturas adequadas não forem respeitadas, os alimentos terão altas chances de ser alvo da proliferação de bactérias, tornando-os impróprios para o consumo.
Alguns cuidados pessoais para prevenir a intoxicação alimentar
  • Lave as mãos, principalmente antes de consumir algum alimento. Alguns microrganismos vivem por algumas horas em superfícies como mesas de restaurantes, de cafeterias e maçanetas de portas. Evite também tocar os olhos, boca e nariz após contato com essas superfícies.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, pratos e copos;
  • Beba muito líquido e prefira alimentos nutritivos;
  • Tenha cuidado com as latas de bebida. Toda vez que pedir, pergunte se a lata foi lavada. Se possível, use canudo;
  • Ao consumir gelo em bares e restaurantes, verifique se o mesmo apresenta-se como um cilindro ou cubo com uma abertura central, pois é um indício de que aquele produto foi produzido de forma industrial, seguindo normas de segurança.
Irregularidades? Denuncie!
Caso identifique alguma irregularidade, encaminhe uma denúncia à Vigilância Sanitária e/ou ao Procon mais próximo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Saiba o que fazer ao enfrentar problemas no caixa eletrônico


Por conta da greve dos bancários, o número de consumidores que utilizam o caixa eletrônico para realizar transações bancárias aumentou. Em inúmeras agências apenas os serviços de compensação eletrônica e os terminais de autoatendimento estão funcionando.

Considerando o uso extensivo do serviço neste momento e o aumento dos relatos de problemas, o Portal do Consumidor conversou com o Procon-SP sobre como proceder nas situações mais recorrentes.

Cartão preso no caixa eletrônico

De acordo com o Procon-SP, quando o cartão ficar preso no caixa eletrônico em horários de expediente, o cliente deve procurar ajuda de um funcionário identificado pelo banco. Já para os problemas ocorridos fora do horário de expediente ou em caixas fora das agências, é importante que o consumidor utilize o telefone disponível na cabine de autoatendimento ou o próprio aparelho para ligar para a central de atendimento ao cliente da instituição financeira.

Vale ressaltar que esse atendimento deve ser imediato e o número do protocolo de atendimento deve ser fornecido pelo funcionário.

Quebra do cartão bancário

Se o correntista tomou cuidado em seguir todas as orientações de uso do cartão e o mesmo quebrou ou ficou preso dentro da máquina, o Procon-SP explica que o ônus pela emissão de um novo cartão é de responsabilidade da instituição financeira.

Notas retidas no caixa

Se o consumidor for descontado sem a liberação das notas, dentro do horário bancário, o primeiro passo é procurar o atendente e solicitar informações de como deve proceder. Já para as situações que ocorram nas demais horas ou em caixas fora das agências, é importante que o cliente entre em contato com a central telefônica (SAC) da instituição para registrar a reclamação.

Não sendo possível resolver o problema, o consumidor deve registrar uma reclamação junto ao Banco Central ou órgão de defesa do consumidor.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Panela de Pressão: Fique atento ao uso correto!

Atualizado em 6/7/2016

Do Portal do Consumidor
Desde 2009 todas as panelas de pressão comercializadas devem ter o Selo de Identificação de Conformidade do Inmetro. Visando aumentar a segurança do produto, em razão do alto número de relatos de acidentes, foram criados requisitos com o objetivo de reduzir os riscos oferecidos por esse tipo de panela. O selo, que é obrigatório em qualquer panela de pressão, indica que ela passou por testes e está adequada às normas técnicas brasileiras.
Entretanto, é importante o consumidor ficar alerta, pois para evitar qualquer tipo de acidente o uso de forma adequada também é de extrema relevância. Há cuidados indispensáveis que precisam ser tomados para evitar acidentes como a explosão da panela pressão que pode gerar prejuízos materiais e físicos às pessoas que estejam próximas.
Na hora da compra,  verifique se o utensílio tem o selo do Inmetro e só compre em lojas e depósitos reconhecidos. Evite comprar esse o produto em ambulantes, pois não há garantia de procedência.

No uso diário, o ideal é colocar os condimentos, temperos e verduras na panela após a utilização da pressão, diminuindo assim o risco de obstrução da válvula e, consequentemente, de acidentes.

Use sempre a proporção de água e o tempo de permanência no fogo indicados pelo fabricante no manual de instrução.

É recomendável  usar 65% da capacidade do utensílio, ou seja, se é um recipiente com capacidade de cinco litros, deve-se colocar um volume de apenas três litros.

Enquanto a panela estiver no fogo, é preciso observar se a válvula – aquela que chia – está funcionando normalmente, se está aliviando ou não a pressão. Se não estiver liberando pressão, provavelmente está obstruída e o alívio deverá ser feito mecanicamente.

Nunca abra a panela antes de verificar se está totalmente sem pressão. A válvula deve ser trocada a cada cinco anos e somente em representantes autorizados.

O posicionamento do cabo da panela também é um item de segurança. Ele deve estar sempre voltado para o interior do fogão e nunca para fora, evitando que, acidentalmente, a panela seja derrubada.

Após o uso da panela, os resíduos de gordura têm que ser removidos cuidadosamente da válvula de pressão para não ocorrer obstrução, no uso posterior. A borracha e a tampa devem ser lavadas separadamente. Com a borracha limpa, é recomendável observar se apresenta algum tipo de falha. A vida útil da borracha gira em torno de três meses no máximo, mas o ideal é inspecionar sempre esse item e caso apresente sinais de envelhecimento, mesmo antes desse tempo, providencie a troca.

Fonte: Diário do Nordeste; Cartilha Casa Segura do Inmetro



segunda-feira, 14 de março de 2016

Azeite: conheça as diferenças antes de comprar

Existem vários tipos de azeite disponíveis no mercado, mas você sabe a diferença entre eles? Conheça as diferenças para realizar a melhor escolha.

Azeite de oliva extra-virgem: obtido de uma única prensagem a frio da azeitona, por isso ele é o mais puro e sua acidez é de no máximo 0,8%. Após a prensagem, ele é filtrado, conservando um sabor acentuado. Por isso é considerado o puro dos azeites, rico em vitaminas e minerais.

Azeite de oliva virgem: extraído na segunda ou terceira prensagem da azeitona. Sua acidez pode ser de até 2% e o seu sabor é menos acentuado em relação ao extra-virgem e um pouco mais adocicado, também rico em vitaminas e minerais

Azeite composto: tem menos vitaminas e menor qualidade de gorduras, tendo acidez entre 1,5% e 3%.

Muita gente acredita que ao esquentar o azeite ele perde as propriedades e fica menos saudável. Porém, o Inmetro já verificou  em teste que não houve alteração expressiva quando o azeite permaneceu aquecido por 10 minutos e  30 segundos à temperatura de 170ºC. Entretanto, cabe ressaltar que o uso de um azeite em fritura por tempo muito prolongado pode prejudicar a qualidade nutricional do mesmo e que alguns alimentos, quando fritos, às vezes interagem com o azeite o que também pode alterar o produto.

Fontes: Portal do Consumidor e www.tuasaude.com

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Fique atento: os galões de água possuem prazo de validade

Imagem: Portal do Consumidor
Fonte: Consumidor.gov

Você sabia que os garrafões feitos de plástico retornáveis para água mineral e potável, tem validade de 3 (três) anos? Os galões de plástico antigos se desgastam o que, com o tempo favorece a contaminação da água.

A data de validade do garrafão pode ser encontrada impressa tanto no fundo quando próximo ao bico do vasilhame. Ao adquirir um vasilhame, ou mesmo solicitar a troca, fique sempre atento ao prazo de validade do galão, pois se ele estiver próximo do vencimento não será mais trocado, devendo o consumidor adquirir um novo.

Essa medida foi determinada pela Portaria nº 358 do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e é válida para todos os galões de 10 e 20 litros de água mineral.



Recipientes com data de validade vencida, devem ser encaminhados para reciclagem.

Atenção! Antes de adquirir um galão, além do prazo de validade, verifique se o lacre e rótulos estão intactos. Caso encontre algum problema, registre uma denúncia à Vigilância Sanitária do seu município.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Inmetro lança vídeo sobre acidentes de consumo

Fonte: Portal do Consumidor


O Inmetro lançou o novo vídeo da série “Faça Certo” em seu canal no YouTube. O episódio “Acidentes de Consumo“. A partir de ilustrações, o filme explica o que é acidente de consumo, que tipos de acidentes podem ser cadastrados no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo e ressalta a importância do relato do consumidor para melhoria dos produtos e serviços disponíveis no mercado.

De acordo com o Datasus, no Brasil, anualmente, são registrados 125 mil casos de crianças hospitalizadas porque foram vítimas de acidentes. São inúmeros casos de corte, lesão, torção, intoxicação alimentar, queimaduras, entre outros com conseqüências mais graves, causados pelo simples uso de um produto. Acidentes como esses podem trazer enormes prejuízos à saúde e/ou à segurança da sociedade. Entretanto, normalmente, as vítimas não costumam registrar a ocorrência por desconhecer o quanto essa ação pode impedir que o mesmo aconteça com outras pessoas.




O filme esclarece que os registros feitos pelos consumidores auxiliam o Instituto a aperfeiçoar a identificação de produtos que oferecem mais risco à saúde e à segurança do consumidor, passando a priorizá-los na criação de regulamentos técnicos e programas de avaliação da conformidade compulsórios como aconteceu, por exemplo, com escadas domésticas e berços infantis. Dependendo do caso, o Instituto promove campanha de conscientização pelo uso correto do produto para sociedade como é a campanha recente sobre as chamadas “baterias botão” presentes em controles remotos, calculadora e outros parelhos que, se ingeridas, podem causar lesões significativas e permanentes, levanto até mesmo à morte da criança.

Essas e outras informações podem ser encontras no vídeo de forma clara e didática. Participe dessa campanha, divulgue esse vídeo! Afinal, estamos falando da sua segurança, da sua família e a dos seus amigos.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Berços infantis agora só podem ser vendidos com selo do Inmetro


Desde dezembro de 2012, os berços infantis devem ser fabricados e importados somente em conformidade com os requisitos aprovados pela Portaria 269/2011 e devidamente registrados no Inmetro. Para o comércio, o prazo terminou no dia 21 junho de 2014, quando somente os berços certificados deverão estar disponíveis para venda ao consumidor. Fabricantes, importadores e comerciantes que apresentarem produtos não conformes e sem o selo de identificação da conformidade estarão sujeitos às penalidades previstas na Lei.
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No final de 2007, um teste realizado reprovou todos os berços disponíveis no mercado brasileiro. “Foram 11 marcas analisadas e 100% das amostras apresentaram algum tipo de problema. Por isso, incluímos o berço na lista de produtos que precisam de certificação compulsória”, cita Leonardo Rocha, chefe da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro. 
Principais cuidados que os pais devem ter ao escolher um berço:

- observar a presença do Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro, que deve estar exposto no berço e na embalagem do produto após o prazo de adaptação ao regulamento;


- verificar se as bordas e partes salientes são arredondadas ou chanfradas e isentas de quaisquer rebarbas e arestas;
- rótulos e decalques colados não podem ser utilizados nas superfícies internas das laterais e extremidades do berço;
- uma vez dentro do berço, a criança não pode conseguir levantar a base do colchão ou a base do berço;
- as laterais móveis devem ser equipadas com um sistema de travamento;
- as instruções de uso devem ser estar em língua portuguesa;
- todos os berços devem ser permanentemente marcados com informações sobre a razão social, nome ou marca comercial registrada do fabricante, distribuidor ou varejista, juntamente com meios adicionais de identificação do produto;
- caso o colchão não seja uma parte integrante do berço, deverá existir uma marcação, na base do berço, recomendando o uso de colchões com espessura máxima permitida de 120mm conforme a ABNT NBR 13579-1.
Fonte:  Inmetro

segunda-feira, 23 de junho de 2014

O que fazer na hora de trocar a bateria?


Trocar a bateria do automóvel pode ser uma dor de cabeça para os donos de veículos automotivos. São muitas as opções no mercado e, muitas vezes, o consumidor fica sem saber como escolher o produto mais adequado para seu veículo. Algumas dicas, contudo, podem facilitar essa tarefa.
O Inmetro regulamenta as baterias ou acumuladores elétricos destinadas ao uso em veículos rodoviários automotores desde carros de passeio a caminhões, incluindo também máquinas agrícolas e motocicletas. Além de verificar se existe no produto o selo do Inmetro e as informações básicas de identificação, como nome do fabricante e da marca do produto, CNPJ, endereço, país de origem e a data de fabricação, o consumidor deve atentar também para os seguintes itens:
- A capacidade nominal deve ser informada em Ampère-hora (Ah) e deve corresponder à capacidade em Ah informada no manual do veículo;
- a reserva de capacidade em minutos a 25ºC;
Além disso, as baterias devem conter a classificação da tecnologia utilizada que pode variar da seguinte maneira:
– para as baterias de automóveis, deve haver a informação se a bateria é “Regulada por Válvula” ou se é “Ventilada”, usando os seguintes termos claramente expressos: “Livre de Manutenção”, “Baixa Manutenção” ou “Com Manutenção”, conforme o caso.
- para as baterias de motocicletas, basta informar se é “Regulada por Válvula”, ou se é “Ventilada”;
Não é permitido também que o rótulo do produto apresente quaisquer informações sobre outras capacidades nominais diferentes daquela real, verificada no produto. Isso vale até mesmo para o nome dado ao modelo do produto.
Por fim, não se esqueça de ficar atento na hora da instalação, observando se os polos da bateria estão na posição correta de acordo com o modelo do veículo. Esteja atento e não deixe a bateria arriar!

terça-feira, 15 de abril de 2014

Pescados e chocolates: Saiba como fazer melhores escolhas!

Fonte: Portal do Consumidor Blog

Os alimentos mais consumidos na Páscoa e na  Semana Santa ainda são os chocolate e os pescados. Assim,  a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, criou uma cartilha dando algumas dicas importantes para facilitar a compra desses alimentos.
Chocolates Atenção ao local onde os chocolates estão armazenados, devem estar em local fresco e arejado, sem contato direto da luz solar e umidade. A embalagem deve estar lacrada, íntegra, sem furo ou amassada. Não se esqueça de verificar no rótulo as informações obrigatórias: data de validade, nome e endereço do fabricante, informação nutricional. Também deve informar a lista de ingredientes do produto, pois algumas pessoas não podem ingerir, por exemplo, açúcar ou glúten.
Em caso de inclusão de brinquedos no interior do produto, o consumidor deve checar se a embalagem traz o selo do INMETRO e a idade recomendável para o mesmo.
Moderação é o principal fator para o consumo de chocolates, apesar de serem fontes de cálcio e proteínas, em função de terem o leite como um dos ingredientes, geralmente os chocolates (ovos, tabletes, bombons, trufas, etc.) são ricos em açucares e gorduras, e, em excesso, podem prejudicar a saúde.
A Anvisa alerta que é comum que os bombons, ovos, etc., possuam em sua composição e em seus recheios a gordura trans. Vale lembrar que o consumo desse tipo de gordura em grande quantidade pode causar inflamação dos tecidos, principalmente nos indivíduos com obesidade, elevam a incidência de diabetes, aumentam os níveis de triglicérides e o risco de doenças cardiovasculares em mais de 50%. A gordura trans é usada também em outros alimentos como biscoitos, massa de pizza e margarina em tabletes, por isso atenção nas informações nutricionais da embalagem.
 Pescado: A Organização Mundial de Saúde – OMS orienta que o ideal é que cada pessoa consuma pelo menos 12 kg de peixe por ano. Pesquisa concluída em 2009, pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) confirmou que o brasileiro consome aproximadamente 9,03kg/ano dos 12 recomendados. Nesse contexto, esse período torna-se uma ótima oportunidade para mudar os hábitos alimentares e aumentar o consumo desse produto no dia-a-dia.
Peixes também são alimentos riscos em proteínas, além de vitaminas do complexo B (como a tiamina, a niacina e a vitamina B12), minerais (zinco, fósforo, ferro, cálcio e iodo) e ácidos graxos essenciais – um tipo de gordura considerada saudável.
Na hora da compra,  atenção ao tipo de conservação (salgado e seco, congelado e fresco). Confira a tabela com as dicas da ANVISA:
Salgados e Secos:
   • O produto deve ser armazenado em local limpo, protegido de poeira e insetos; • Verifique se não há a presença de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas, limosidade superficial, amolecimento e odor desagradável, que indicam que o produto não está bom para consumo; • Quando vendido embalado, deve apresentar no rótulo a denominação de venda, data de validade, país de origem, prazo de validade, selo de inspeção federal e outras informações obrigatórias;
Peixe Congelado:
 • Conservação: verifique se o produto está armazenado na temperatura de conservação informada pelo fabricante na embalagem. Os produtos não podem estar amolecidos ou com acúmulo de líquidos, sinal de que passaram por um processo de descongelamento. A presença de gelo ou muita água indica que o balcão foi desligado ou teve sua temperatura diminuída temporariamente; 
Peixe Fresco:


• Estar livre de: contaminantes físicos (areia, pedaços de metais, plásticos e/ou poeira), químicos (combustíveis, sabão e/ou detergentes) e biológicos (bactérias, vírus e/ou moscas). • Aparência: ausência de manchas, furos ou cortes na superfície. • Escamas: bem firmes e resistentes. Devem estar translúcidas (parcialmente transparentes) e  brilhantes. • Pele: úmida, tensa e bem aderida. • Olhos: devem ocupar toda a cavidade, ser brilhantes e salientes, sem a presença de pontos brancos ao centro do olho. • Membrana que reveste a guelra (opérculo): rígida, deve oferecer resistência à sua abertura. A face interna deve estar brilhante e os vasos sanguíneos, cheios e fixos. • Brânquias: de cor rosa ao vermelho intenso, úmidas e brilhantes, ausência ou discreta presença de muco (líquido pastoso). • Abdômen: aderidos aos ossos fortemente e de elasticidade marcante. • Odor, sabor e cor: característicos da espécie que se trata. • Conservação: deve ser mantido sob refrigeração ou sobre uma espessa camada de gelo.
Frutos do Mar:
  Crustáceos• Devem ter aspecto geral brilhante, úmido; corpo em curvatura natural, rígida, patas firmes e resistentes; pernas inteiras e firmes; carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha; não apresentar coloração alaranjada ou negra na carapaça e apresentar lhos vivos, destacados, cheiro próprio e suave;Caranguejos e Siris • Devem estar vivos e vigorosos; possuir cheiro próprio e suave; aspecto geral brilhante, úmido; corpo em curvatura natural, rígida, patas firmes e resistentes; pernas inteiras e firmes; carapaça bem aderente ao corpo; coloração própria à espécie, sem qualquer pigmentação estranha e devem apresentar olhos vivos, destacados;
 Mariscos • Devem ser expostos à venda vivos, com valvas fechadas e com retenção de água incolor e límpida nas conchas; apresentar cheiro agradável e pronunciado; ter a carne úmida, bem aderente à concha, de aspecto esponjoso, de cor acinzentada-clara nas ostras e amarelada nos mexilhões; à espécie;
Fonte: ANVISA Imagens: Google

Na hora de preparar deve-se estar atento a alguns cuidados para manter a qualidade nutricional dos alimentos. Sendo assim, Recomenda-se,  antes de consumir o peixe, retirar todo o couro do animal, pois é na carne que é concentrada a gordura saudável. Dê preferência a grelhados, cozidos ou assados. Evite frituras, excesso de sal e de temperos industrializados. No caso do Bacalhau, é necessário dessalgá-los adequadamente para evitar que o alto teor de sódio.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Autoescola: O que você precisa saber para evitar armadilhas

Diretora do Detran-RJ, em entrevista ao Portal, orienta o consumidor sobre a contratação do serviço e relaciona algumas dicas sobre as aulas práticas, teóricas e a hora do exame, que costuma ser o momento de maior tensão do aluno.

Geralmente, quem vai tirar a carteira de motorista pela primeira vez está preocupado apenas com o objetivo principal, que é ter uma habilitação. Mas é muito importante tomar alguns cuidados antes de escolher uma autoescola. Fazer uma boa pesquisa sobre o prestador de serviço é primordial.

Em entrevista ao Portal do Consumidor, a Diretora de Habilitação do Detran-RJ, Janete Bloise, recomenda que o candidato busque o máximo de informações sobre aquele centro de formação. Ela comenta que no Estado do Rio de Janeiro, “uma boa fonte de informações é o portal do Detran/RJ, pois o consumidor poderá verificar, por região, as autoescolas em situação regular de funcionamento, assim como as que apresentam os melhores índices de aprovação e as que oferecem carro adequado para deficientes, cursos de reciclagem e de motofretista”, explica.

Essa lista não está disponível em todos os sites dos Departamentos de Trânsito Estaduais. Sendo assim, nos estados em que a informação não está online, o consumidor deve entrar em contato com a ouvidoria ou com o telefone de atendimento do Detran para fazer essa verificação.

Nessa consulta, as autoescolas que apresentarem status de suspensão e alto índice de reprovação devem ser evitadas. A diretora do órgão também aconselha que o candidato tenha cuidado com as autoescolas que anunciam o serviço de habilitação em sites de compras coletivas e panfletos com preços e condições de pagamento que estão muito abaixo do mercado, oferecendo vantagens incomuns ou irrealistas. “Tais centros de formação de condutores acabam captando muitos alunos e, na maioria das vezes, em um curto espaço de tempo, não têm estrutura para oferecer um serviço adequado para atender à demanda”, explica Bloise. “Caso o consumidor venha identificar um anúncio de uma autoescola com as características acima mencionadas, ele deverá ficar atento e poderá verificar junto ao Detran/RJ, ou o órgão do seu estado, se tais facilidades oferecidas são realmente legais e, se for o caso, o Departamento de Trânsito irá apurar tais ofertas impróprias” complementa.

Outro aspecto destacado pela dirigente são possíveis ofertas de facilidades para adquirir da carteira de motorista que burlem as exigências do Código de Trânsito Brasileiro. “O candidato deve rejeitar qualquer oferta de facilidade na obtenção da CNH, tais como registrar aulas teóricas e práticas sem tê-las realizado, pois coloca em risco o seu processo de habilitação.”

Ela alerta que ocorrem fiscalizações rotineiras nos estabelecimentos de ensino credenciados, verificando as presenças de alunos e instrutores nas aulas programadas para acontecerem naquele momento. Além disso, são supervisionados: a infraestrutura física; os recursos didático-pedagógicos; os veículos, equipamentos de aprendizagem e aspectos relacionado à recursos humanos. O objetivo dessa vistoria é impulsionar a melhoria do serviço prestado ao consumidor, além averiguar o cumprimento das exigências previstas nas normas que regularizam o credenciamento das autoescolas.

No que se refere à melhoria da qualidade do serviço, ela comenta que o Detran-RJ vem estabelecendo “ações de acompanhamento, controle e avaliação das atividades e dos resultados de cada Centro de Formação de Condutores, de forma sistemática e periódica, emitindo relatórios, oficiando aos responsáveis pelas entidades credenciadas e cobrando um plano de ação por parte das autoescolas visando à mudança dos resultados negativos.”

Janete Bloise também discorreu sobre outros aspectos importantes que o candidato a motorista deve considerar durante o processo de formação que ultrapassam as questões vinculadas aos direitos e deveres desse aluno. Ela explicou minuciosamente como é o processo correto de desenvolvimento desse aluno e destacou atitudes importantes do futuro condutor para obter sucesso nesse processo. Dessa forma, reproduzimos, abaixo, as dicas da Diretora, na íntegra, sobre as aulas práticas, teóricas e para a hora do exame, que costuma ser o momento de maior tensão do aluno.

Aluas teóricas:

Ao iniciar as aulas teóricas na autoescola, ele deve procurar absorver o máximo de conhecimento, uma vez que todas as aulas de legislação são importantes não apenas para aprovação da prova de teoria do Detran, mas são fundamentais para a sua formação de condutor.

A aula teórica deve, obrigatoriamente, ser ministrada ao aluno após a coleta da digital, por instrutor credenciado, dentro da sala de aula, com material didático e o seu conteúdo deve corresponder ao tema da aula registrada. É proibida a saída do aluno durante o horário da aula, sob pena de cancelamento da mesma.

Aulas Práticas:

Outra etapa importantíssima é o curso prático de direção veicular, no qual o candidato irá aprender a conduzir o veículo conforme as normas de circulação. É nesse momento que o candidato irá colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos no curso teórico. A autoescola deverá fornecer ao aluno a carga horária de 20 horas aulas práticas, que serão dadas dentro do veículo do Centro de Formação de Condutores. Caso a autoescola não forneça alguma aula contratada, o aluno poderá realizar uma reclamação junto ao Detran do seu estado. No caso do Rio de Janeiro, o aluno poderá acompanhar o registro de cada aula realizada, por meio do portal do DETRAN/RJ, seguindo os seguintes passos: MENU HABILITAÇÃO / AUTOESCOLAS – CFCS / CONSULTAS/ PORTAL DO CANDIDATO – DESEMPENHO DE AULAS. Em outros estados, caso isso não seja possível, o consumidor deve entrar em contato com Órgão.

O exame de direção

Após a conclusão do curso prático de direção veicular, uma das maiores dificuldades dos candidatos à habilitação é controlar o nervosismo, a ansiedade e o medo no momento da realização da prova de direção veicular.

É de suma relevância que o candidato tenha consciência, desde o inicio do seu processo de habilitação, que, na prova prática de direção, o Examinador de Trânsito do Detran não é nenhum carrasco. Cabe a ele verificar se o candidato preenche os requisitos essenciais para ser habilitado a conduzir um veículo automotor na via pública. Assim sendo, na hora da prova, basta colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos na autoescola.

Na véspera da prova de direção, o candidato deve limitar a cafeína; não comer em excesso; evitar discussões, desentendimentos com amigos ou familiares; não ingerir nenhum medicamento para relaxar; ter uma boa noite de sono, dormindo o suficiente.

No dia da prova de direção veicular, para fins de controle do nervosismo no momento da prova, é aconselhável que o candidato procure abster-se de ficar observando o exame dos outros candidatos, pois a reprovação de alguns pode lhe influenciar negativamente.

Além disso, o candidato deve se alimentar antes da prova, ingerindo alimentos como o chocolate e a banana que contém triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, ajudando no controle da ansiedade; praticar técnicas de relaxamento (respirar bem fundo – três vezes); relaxamento muscular progressivo; concentrar-se somente em pensamentos positivos.

Por fim, caso o consumidor queira obter mais informações sobre o seu processo de habilitação, os seus direitos, deveres e como deve funcionar um centro de formação de condutores, poderá verificar nas Resoluções do CONTRAN (n° 168, 169, 222, 285, 347, 358 e 360).


quarta-feira, 19 de março de 2014

Inmetro avalia 12 marcas de água sanitária

Do Portal do Consumidor 


Todas as marcas foram aprovadas no teste do ph e
 três foram reprovadas no teste da quantidade de cloro


Utilizada para higienização de ambientes, na lavagem de roupas, na desinfecção de utensílios domésticos, frutas, legumes e verduras, além da água para consumo humano, a água sanitária é um produto de limpeza que tem um papel importante nos lares brasileiros.

Considerando o uso extensivo desse saneante por parte dos consumidores, o Inmetro avaliou 12 marcas de água sanitária para verificar a eficiência da ação antimicrobiana desses produtos. Foram analisadas as marcas: “Beleza de Cândida”, “Beleza de Cloro”, “Belga”, “Brilhante”, “Brilux”, “Girando Sol”, “Lavandina”, “Qboa”, “Qualitá”, “Super Globo”, “Teiú” e “Ypê”.

Foram feitos testes para verificar o pH da água sanitária. Valores muito alto de pH podem causar queimaduras e irritações na pele. De acordo com a legislação da Anvisa, as águas sanitárias comercializadas no território nacional devem possuir um pH máximo de 13,5. Nesse ensaio todas as marcas forma aprovadas.

Como esse produto é destinado à desinfecção de ambientes e frutas, verduras e água para consumo humano, ele deve possuir ação contra certos microorganismos patogênicos. Sendo assim, o Inmetro testou o desempenho das marcas analisadas e todas apresentaram conformidade neste ensaio.

O Instituto também verificou a quantidade de cloro. Se houver uma quantidade de cloro ativo menor do que a estabelecida pela legislação, e se o consumidor está sendo lesado, pois a ação da água sanitária não será eficiente. De outra forma, uma quantidade acima do permitido significa mais cloro liberado em forma de gás, o qual pode ser inalado. Nesse ensaio três marcas foram reprovadas: “Beleza de Cândida”, “Belga” e “Beleza de Cloro”.

Como todo produto químico, a água sanitária pode causar danos à saúde de homens e animais. Dessa forma, a compra, o uso, o armazenamento e o descarte da embalagem de merecem cuidados. Confira dicas do Instituo Brasileiro de Defesa do Consumidor – Idec sobre o produto.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O gás de cozinha e a segurança da sua família


Utilizado em muitos lares brasileiros, o botijão de gás pode provocar graves acidentes se não forem observados alguns cuidados na sua utilização. De acordo com o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo – Sindigás o GLP é um produto essencial para a população brasileira, pois é utilizado no preparo das refeições diárias em cerca de 43 milhões de casas de todas as classes sócio-econômicas.

É preciso ter bastante atenção na hora da compra, no manuseio e no acondicionamento do recipiente. Sendo assim, relacionamos alguns cuidados para evitar que tipo de acidente aconteça com você.

Cuidados na compra de seu botijão:

Nunca compre botijões de gás distribuídos por caminhões de venda clandestina. Para evitar a compra de origem fraudulenta, verifique a existência da identificação da companhia de gás no botijão e no caminhão.

Se o botijão estiver enferrujado, visivelmente amassado, com a alça solta ou a base danificada, não aceite. Verifique sempre se existe o rótulo de instruções, o lacre sobre a válvula com a marca da companhia de gás e o selo de identificação da Conformidade do Inmetro.

Instalação do botijão de gás

Os componentes básicos para instalação do botijão de gás são:

Mangueira

• Use sempre a mangueira correta, com uma “malha” transparente e com uma tarja amarela, onde aparece a inscrição NBR 8613, o selo de identificação da conformidade do Inmetro, o prazo de validade e o número do lote, com comprimento mínimo de 40 cm e no máximo de 80 cm. Fique atento, pois esse produto deve se trocado a cada 5 anos. Nunca passe a mangueira por trás do fogão, o calor forte pode derretê-la e ocasionar sérios acidentes.

Braçadeiras

• Servem para fixar a mangueira no fogão e no regulador de pressão do botijão. Nunca use arame, esparadrapo ou outro material no lugar de braçadeiras. A mangueira deve ser presa com “braçadeiras” em ambas as pontas.

Regulador de pressão

• É a peça que regula a passagem do gás do botijão para a mangueira. No regulador deve constar a gravação do código NBR 8473 e o selo de identificação da conformidade do Inmetro. Troque o regulador a cada 5 anos ou quando apresentar defeito.

• Ao instalar o regulador, gire a “borboleta” para a direita, até ficar firme e nunca utilize ferramentas.

Antes de trocar o botijão, certifique-se de que:

Todos os botões dos queimadores estão desligados. O local deverá estar bem ventilado e livre de qualquer tipo de fogo (vela, fósforos, isqueiros ou cigarros acesos).

Em seguida faça a troca:

• Feche o registro de gás;

• Retire o lacre do botijão cheio e verifique se não ficou algum pedaço de plástico ou sujeira dentro da válvula;

• Retire o regulador do botijão vazio;

• Segure o bico do regulador na posição vertical e encaixe-o na válvula do botijão cheio;

• Gire a borboleta do regulador para a direita, até ficar firme. Use apenas as mãos para rosquear a borboleta do regulador e não utilize qualquer ferramenta;

• Após a instalação do botijão, verifique se há vazamento de gás aplicando espuma de sabão na junção do regulador com a válvula do botijão. Se houver vazamento, começarão a se formar bolhas na espuma. Então leve o botijão para um local bem ventilado e chame a empresa que entregou o gás;

• Nunca use fósforos ou qualquer tipo de chama para verificar se há vazamento.

Para sua Segurança:

• Nunca coloque os botijões em compartimentos fechados e sem ventilação (armários, gabinetes, vãos de escada, porões, etc.);

• Nunca instale os botijões perto de tomadas, interruptores, ralos ou grelhas de escoamento de água. Por ser mais pesado que o ar, o gás pode se infiltrar em seu interior e causar explosões;

• Nunca tombe o botijão, é perigoso.

Caso você sinta cheiro de gás, feche o regulador de pressão, afaste as pessoas do local, abra as portas e janelas para ventilar o ambiente, não ligue interruptores ou aparelhos eletrônico, não ascenda fósforo ou isqueiros, não fume no local e procure um técnico especializados em instalação de gás para verificar o produto.