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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Dica de leitura: Você precisa de quê?

O livro “Você precisa de quê?: a diferença entre consumo e consumismo”, de Silmara Franco (editora Moderna), aborda assuntos bastante discutidos hoje em dia: impacto do consumo no meio ambiente, consumo consciente, vício em compras, publicidade e propaganda, entre outros. 

Ilustrado com infográficos e fotos, e com texto lúdico e acessível, a obra provoca reflexões como: “consumo traz felicidade?”, “qual a influência da publicidade em minha vida?” e, claro, “ ser ou ter?”. Este livro foi finalista do Prêmio Jabuti 2017 na categoria Didático/Paradidático.

O livro também está disponível para consulta na Biblioteca do Procon-SP.

Livro: Você precisa de quê?: a diferença entre consumo e consumismo
Autora: Silmara Franco
Editora: Moderna
Páginas: 88
Preço médio: R$ 41,00*

* Pesquisa feita no dia 23 de fevereiro de 2018.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Metrô Tatuapé tem recolhimento de lixo eletrônico até sexta

Os usuários que passarem pela estação Tatuapé do Metrô, que atende a linha 3-Vermelha, poderão levar aparelhos eletrônicos que não tenham mais utilidade e colaborar com a coleta de lixo eletrônico. A ação vai até sexta-feira (22) sempre das 9h as 15h. 
A parceria do Metrô com a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) e a Recycare, empresa de descarte de lixo eletrônico, faz parte da Semana da Responsabilidade Social. Professores, alunos e funcionários estarão na área paga do mezanino da estação para receber o material descartado e orientar os usuários sobre os cuidados necessários com o meio ambiente.
Os organizadores da ação informam que podem ser depositados nas três latas coletoras aparelhos e monitores de televisão de qualquer tipo, rádios e aparelhos de som, celulares, projetores, filmadoras, aparelhos de VHS, DVD, blu-ray e home theater. Não será permitido depositar pilhas e baterias eletrônicas.
Fonte:  Portal do Governo do Estado de São Paulo

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Cuidados com o Meio Ambiente

No Dia Mundial do Meio Ambiente dedicamos um post sobre os cuidados que devemos ter em nosso dia a dia para preservá-lo. As dicas são do Portal do Consumidor:

Viver em um lugar seguro significa cuidar também de nossa casa maior, nosso próprio planeta. Afinal, nossos filhos e netos precisam de um lugar seguro e preservado para morar. Muito do que fazemos em casa coloca em risco o meio ambiente e isso se reflete na própria saúde da família e dos vizinhos.

Atitudes simples que podemos tomar dentro de casa ajudam a preservar o meio ambiente, além de impactarem positivamente na saúde de nossa família e da comunidade em que moramos. Somada a isso, há também a economia que estas atitudes geram: menor consumo de energia e água, além da diminuição da conta do supermercado e com medicamentos.

A segurança de sua casa começa por sua atitude como cidadão. Um simples papel jogado no chão de sua cidade ajuda a entupir bueiros e galerias. Assim, quando há uma chuva mais forte, as enchentes são inevitáveis e os estragos maiores para nós mesmos.

Em casa, mais da metade do lixo que produzimos é reciclável. Separar metais, plásticos e papéis é uma atitude consciente de quem se preocupa com o mundo em que vive. Informe-se sobre a coleta seletiva na sua região e, se ela não existe, entre em contato com a prefeitura de sua cidade para informá-los sobre essa necessidade. Contate cooperativas de catadores e combine um dia para que façam o recolhimento de seu lixo reciclável. Além de proteger o meio ambiente você estará ajudando diversas famílias a obter sua renda de forma sustentável e digna.

Escolha os eletrodomésticos mais eficientes. Compare usando as informações da etiqueta do Inmetro presentes nos eletrodomésticos. Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas eletrônicas certificadas. Elas são mais eficientes e têm durabilidade muito maior.

Não lave calçadas ou o automóvel usando a mangueira. Encha um balde e realize a tarefa com a certeza de que está fazendo sua parte na economia de água do planeta. Economize água também na hora de lavar roupas, basta concentrar a roupa suja para usar a máquina de lavar menos vezes.

Não jogue lixo em terrenos baldios, lixões ou rios e valões. Só coloque o lixo fora de casa nos dias programados para a coleta. Não derrube árvores ou desmate sem consentimento das autoridades para plantar ou construir, especialmente em encostas e áreas que possam apresentar risco de deslizamento. Caso você more em uma dessas áreas de risco, obedeça aos alertas de chuvas fortes, buscando sempre um lugar seguro.

Fonte: Portal do Consumidor

sexta-feira, 2 de junho de 2017

O que fazer com o óleo de cozinha usado?

Atualizado em 2/6/2017


O óleo de cozinha é um dos produtos domésticos mais danosos ao meio ambiente. Só para se ter uma ideia do seu potencial poluente, apenas um litro de óleo de cozinha pode contaminar até 25 mil litros de água. Além disso, ao atingir o solo, o óleo facilita a sua impermeabilização, fazendo com que ele não absorva tanto a água das chuvas e, consequentemente, as enchentes sejam mais frequentes. 

Os efeitos negativos também se estendem para a atmosfera, pois quando o óleo de cozinha usado se decompõe ocorre a emissão de metano, um gás que também causa o efeito estufa.

Existem algumas organizações que se dedicam à reciclagem de óleo de cozinha. Este material tem sido destinado à fabricação de sabão, tintas, vernizes, massa de vidro e produção de biodiesel.

O Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, em seu site, fornece endereços para a entrega do óleo de cozinha usado.  Também é possível fazer uma pesquisa no site http://www.oleosustentavel.org.br/

Quem não tem acesso fácil a um coletor especializado e quer evitar o descarte do produto, pode utiliza-lo para fazer sabão. Confira a receita aqui e não despeje óleo de cozinha na pia. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Consumo consciente: você ajuda o planeta e seu bolso agradece

O consumo racional de recursos naturais é um assunto cada vez mais importante no nosso dia a dia. E pequenas ações como: repensar, reduzir, reutilizar e reciclar. Podem fazer a diferença para a preservação do meio ambiente. E você, consumidor, tem papel fundamental na busca por um mundo mais sustentável. O Procon-SP ajuda você a cuidar da natureza e economizar seu dinheiro.

Poupar energia

  • Use lâmpadas fluorescentes ou led ao invés das comuns incandescentes.
  • Desligue luzes e aparelhos elétricos quando não estiver no ambiente.
  • Acumule roupa para passar. Evite ligar o ferro para pequenas quantidades.
  • Tire da tomada os eletrônicos em "stand by" - a luzinha que fica acesa mesmo quando o aparelho está desligado.
Poupar água
  • Tome banhos mais curtos para reduzir o uso de água.
  • Não lave ruas ou calçadas com mangueira.
  • Conserte os vazamentos da sua casa.
  • Junte grandes quantidades de roupas e lave todas de uma vez.

A natureza e seu bolso agradecem por essas ações.

Reciclagem


E descartar itens como celulares, pilhas, chapas de raio-X e produtos recicláveis  junto com o lixo comum. Existem locais destinados a receber esse tipo de material. Confira aqui e aqui

quinta-feira, 13 de março de 2014

Consumidor quer produtos que gastem menos energia, diz pesquisa


Imagem: http://www.akatu.org.br/
O comprometimento com a redução do consumo de energia é o que o brasileiro mais admira 
nas empresas, de acordo com a pesquisa “Rumo à Sociedade do Bem-Estar” realizada pelo Instituto Akatu. Noventa por cento dos entrevistados escolheram essa opção. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira, questionou 800 pessoas de 12 grandes cidades sobre o que elas preferem ou admiram na atuação das empresas, e o que as fariam mudar de comportamento com relação a um produto.

A pesquisa revelou também que o consumidor brasileiro prefere ou admira empresas cujos produtos tenham selo de produção ambiental (89%), que não maltratem animais durante a produção (87%) e que tragam selos de garantia de boas condições de trabalho em seus produtos (86%). Ainda entram na lista das preferidas as empresas que estabelecem boa relação com a comunidade onde estão inseridas (85%). O Akatu reuniu 18 práticas indicativas de Responsabilidade Social Empresarial e, durante o levantamento, pediu para que as pessoas se manifestassem apontando as que consideram mais importantes para uma empresa ser considerada socialmente responsável.

Foram ouvidos 800 homens e mulheres, com idade igual ou superior a 16 anos, das classes A, B, C e D, de todas as regiões geográficas do país.

“A seleção de produtos, marcas ou empresas depende de informação. A pesquisa do Akatu indica que a tendência do consumidor brasileiro é dizer ‘sim’ a empresas que já incorporaram as práticas de Responsabilidade Social Empresarial e ‘não’ àquelas que insistem em atuar a partir de práticas insustentáveis. O desafio das empresas é transformar o seu modelo de produção e garantir a oferta de produtos e serviços que respondam a esses desejos. Além disso, as empresas devem levar informação de qualidade sobre os seus atributos até as pessoas”, diz Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu.Criado em 15 de março de 2001, Dia Mundial do Consumidor, o Akatu é uma organização sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o consumo consciente. As atividades do instituto estão voltadas à mudança de comportamento do consumidor por meio da educação e comunicação, com o desenvolvimento de campanhas, 
conteúdos e pesquisas.

Outras conclusões do levantamento, indicam que fazer propaganda enganosa, ter produtos que tragam riscos à saúde, discriminar funcionários e realizar atividades com impacto social ou ambiental negativo são as principais razões pelas quais o brasileiro diz “não” a produtos de uma empresa.

Os entrevistados foram solicitados a considerar um produto de consumo habitual e a avaliar se mudariam sua propensão a continuar consumindo tal produto se soubessem que sua empresa produtora tem problemas relacionados à sustentabilidade ou à responsabilidade social. Dos respondentes, 92% indicaram que se descobrissem que a empresa faz propaganda enganosa a chance de comprar seus produtos reduziria. O mesmo aconteceria se descobrissem que a empresa tem produtos que trazem riscos à saúde das pessoas (91%), discrimina funcionários (88%) ou realiza atividades com impacto social ou ambiental negativo (86%).

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Reciclagem: o que deve ou não deve ser reaproveitado

Fonte: UOL - Consumidor Moderno

Reciclar está na moda. Mas é preciso que as pessoas saibam que nem todos os materiais podem ser colocados nos compartimentos da coleta seletiva.
 Alguns itens devem ser jogados no lixo orgânico convencional, caso não sejam higienizados.
A seguir, informações do Instituto GEA sobre quais tipos de materiais podem ou não podem ser reciclados.
Dos utensílios de papel, podem ser reciclados:
• papéis de escrever- cadernos, papéis de escritório em geral;
• papéis de impressão - jornais, revistas;
• papéis de embalagem - papéis de embrulho em geral, papel de seda, etc.;
• cartões e cartolinas - caixas de papelão e cartolinas em geral;
• papéis especiais - papel kraft, papel heliográfico, papel filtrante, papel de desenho.
Não podem ser reciclados:
• papel vegetal;
• papel celofane,
• papéis encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis;
• papel-carbono;
• papéis sanitários usados;
• papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde;
• papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone;
• fotografias;
• fitas adesivas e etiquetas adesivas.
Dos materiais feitos com plástico, podem ser reciclados:
todos os tipos de embalagens de xampus, detergentes, refrigerantes e outros produtos domésticos;
• tampas plásticas de recipientes de outros materiais;
• embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes;
• utensílios plásticos usados, como canetas esferográficas, escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha, etc.
Não podem ser reciclados:
• plásticos (tecnicamente conhecidos como termofixos), usados na indústria eletro-eletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos;
• plásticos tipo celofane;
• embalagens plásticas metalizadas, por exemplo, de alguns salgadinhos;
• isopor.
Vidros podem ser reciclados nos seguintes casos:
• garrafas de bebida alcoólica e não-alcoólica;
• frascos em geral ( molhos, condimentos, remédios, perfumes, produtos de limpeza);
• potes de produtos alimentícios;
• cacos de qualquer um dos produtos acima.
Não podem ser reciclados:
• espelhos;
• vidros de janelas;
• vidros de automóveis;
• lâmpadas,
• tubos de televisão e válvulas;
• ampolas de medicamentos,
• cristal;
• vidros temperados planos ou de utensílios domésticos .

Todos os tipos de metal são recicláveis.

Ao contrário do que se pensa, alguns tipos de restos orgânicos também podem ser reaproveitados, como:
• restos de legumes, verduras, frutas e alimentos;
• filtros e borra de café;
• cascas de ovos e saquinhos de chá;
• galhos de poda, palha, flores e cascas de árvores;
• papel de cozinha;
• caixas para ovos e jornal;
• penas e cabelos;
• palhas secas e grama (somente em pequenas quantidades).
Não servem para reciclagem:
• carne, peixe, gordura e queijo (podem atrair roedores);
• plantas doentes e ervas daninhas;
• couro, borracha e tecidos;
• óleos;
• cinzas de cigarro, de madeira e de carvão, inclusive de churrasco;
• conteúdo de aspirador de pó (valores elevados de metais e poluentes orgânicos);
• fezes de animais domésticos, papel higiênico e fraldas (por razões de higiene).
Vale lembrar que utensílios como móveis, entulhos, eletrodomésticos e baterias de celulares e computadores não devem ser jogados no lixo convencional. Há serviços especializados para recolher móveis, entulhos e grandes objetos. Pilhas e baterias podem ser depositadas em postos presentes em alguns supermercados, drogarias e parques.